Portugal tem 35 mil imóveis sem energia 13 dias após passagem de tempestade.
Os problemas na rede de distribuição começaram em 28 de janeiro. Na manhã desta terça, 41 mil clientes da E-Redes permaneciam sem energia elétrica, sendo que 35 mil deles estão nas áreas mais afetadas. O fenômeno causou destruição e danos severos em linhas, postes, subestações e outros equipamentos essenciais ao fornecimento de energia.

© Getty Images

Os problemas na rede de distribuição começaram em 28 de janeiro. Na manhã desta terça, 41 mil clientes da E-Redes permaneciam sem energia elétrica, sendo que 35 mil deles estão nas áreas mais afetadas. O fenômeno causou destruição e danos severos em linhas, postes, subestações e outros equipamentos essenciais ao fornecimento de energia.
O distrito de Leiria é o mais atingido, com cerca de 26 mil clientes sem energia. Em seguida aparecem Santarém, com cerca de 6.000, Castelo Branco, com 2.000 e Coimbra, com 1.000. A E-Redes afirma que cada cliente corresponde a um ponto de fornecimento, como casas, empresas ou comércios, o que dificulta estimar o número total de pessoas afetadas.
O apagão prolongado ocorre em meio a uma crise mais ampla provocada pelas depressões Kristin, Leonardo e Marta. Desde o fim de janeiro, os temporais deixaram 15 mortos, centenas de feridos e desalojados no país, segundo o jornal português SIC Notícias.
Os danos incluem destruição de casas e empresas, queda de árvores, estradas interditadas, suspensão de aulas e serviços, além de cortes de energia, água e comunicações. As regiões mais afetadas são Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo. Diante do cenário, o governo português prorrogou até 8 de fevereiro a situação de calamidade e anunciou um pacote de apoio que pode chegar a 2,5 bilhões de euros para a recuperação das áreas afetadas.
Por Folhapress
Mundo ao Minuto
