Banco Master pagou R$ 5 milhões a escritório ligado a Lewandowski após posse no Ministério da Justiça.

Pagamentos feitos pelo Banco Master ao escritório de advocacia ligado ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, voltaram ao centro das atenções e ampliaram a crise em torno do caso.

BRENO ESAKI/METRÓPOLES

Documentos indicam que a instituição financeira desembolsou aproximadamente R$ 5 milhões ao escritório mesmo após Lewandowski assumir cargo no governo federal.

O contrato mensal, no valor de R$ 250 mil, teria permanecido ativo por 21 meses depois da ida do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal para o Ministério da Justiça, levantando questionamentos sobre conflito de interesses e eventual violação de normas administrativas. A relação contratual é alvo de apuração e já mobiliza órgãos de controle.

Especialistas apontam que a manutenção do vínculo comercial após a posse no cargo público pode ferir princípios da administração pública, como moralidade e impessoalidade. O caso se soma a outras controvérsias envolvendo o Banco Master e tem sido classificado por críticos como um escândalo econômico, jurídico e político, com desdobramentos ainda imprevisíveis no cenário institucional brasileiro.

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