UE cobra inclusão de Urrutia na transição da Venezuela.

Porta-voz defendeu que a oposição tem que participar do diálogo político no país.

Edmundo Gonzalez Urrutia Foto: EFE/EPA/TING SHEN / POOL

A União Europeia pediu, nesta segunda-feira (5), que Edmundo González Urrutia seja incluído no processo de transição democrática da Venezuela, após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, no último sábado (3). O apelo foi feito em Bruxelas, pela Comissão Europeia.

Segundo a porta-voz Anitta Hipper, González Urrutia e María Corina Machado precisam participar do diálogo político no país. Para a Comissão, ambos tiveram papel central na mobilização popular durante as eleições de 2024.

– Eles lutaram incansavelmente pela democracia e pelos direitos humanos na Venezuela – afirmou Hipper.

Outra porta-voz da Comissão, Paula Pinho, afirmou que Maduro não tinha legitimidade como presidente eleito. Para ela, o momento abre espaço para uma transição conduzida pelo povo venezuelano, com respeito ao direito internacional.

No último sábado, a chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, divulgou uma nota apoiada por 26 países do bloco. No texto, ela defendeu moderação, solução pacífica e respeito à vontade popular.

– O direito do povo venezuelano de decidir seu futuro deve ser respeitado – disse Kallas.

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