Ex-delegado foi morto a mando do PCC por vingança, diz MPSP.
Oito pessoas apontadas como envolvidas na execução foram denunciada.

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) afirma que a morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, ocorrida em setembro, em Praia Grande, foi ordenada pela cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC) como represália à trajetória dele no combate à organização criminosa.
A promotoria apresentou, na última sexta-feira (21), denúncia contra oito pessoas apontadas como envolvidas na execução.
A acusação formalizada pelo Ministério Público reúne crimes como homicídio qualificado, dupla tentativa de homicídio, porte de armamento de uso restrito, favorecimento pessoal e participação em organização criminosa armada.
Até agora, a Polícia Civil indiciou 12 suspeitos de envolvimento no atentado. Cinco deles já tiveram a liberdade concedida pela Justiça.
POR MONIQUE MELLO
PLENO.NEWS
