Lula confirma reunião sobre tarifaço com EUA nesta quinta.

Marco Rubio e Mauro Vieira se reunirão em Washington.

Mauro Vieira e Marco Rubio Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados; Foto: EFE/EPA/YURI GRIPAS / POOL

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou uma reunião entre Brasil e Estados Unidos, nesta quinta-feira (16), na qual será tratada a taxação extra aos produtos brasileiros exportados para aquele país.

Este será o primeiro encontro entre as autoridades dos dois países após a conversa entre Lula e o presidente Donald Trump, no início deste mês.

– Não pintou química, pintou uma indústria petroquímica – disse Lula, nesta quarta-feira (15), ao comentar a videoconferência realizada na semana passada com o estadunidense.

– Amanhã nós vamos ter a conversa de negociação – contou Lula em evento no Rio de Janeiro.

Após a química nas Nações Unidas e a conversa por telefone, Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações. Rubio, então, convidou o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, para liderar uma delegação brasileira a Washington.

REUNIÃO
Vieira desembarcou nesta terça-feira (14) na capital dos Estados Unidos para a agenda de trabalho.

O principal deles, segundo o ministro, é que a medida está encarecendo a vida do povo estadunidense.

Haddad lembrou ainda que os Estados Unidos já têm superávit comercial em relação ao Brasil e muitas oportunidades de investimento no país, sobretudo voltado para transformação ecológica, terras raras, minerais críticos, energia limpa, eólica e solar.

TARIFAÇO
Ao justificar o aumento da tarifa sobre o Brasil, em carta enviada ao governo brasileiro no dia 9 de julho deste ano, Trump citou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele disse ser “uma vergonha internacional” o julgamento do ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (STF).

No documento, Trump afirmou ainda que a decisão de aumentar a taxa foi tomada “em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos”.

*Com informações Agência Brasil

Marcos Melo

PLENO.NEWS

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