Instituto Médico Legal de Israel pode levar mais de um dia para identificar reféns.
Informação partiu de funcionários do centro ao jornal israelense Haaretz.

O Instituto de Medicina Legal de Abu Kabir, que receberá os corpos dos reféns mortos que serão libertados pelos grupos islâmicos da Faixa de Gaza, na segunda-feira (13), advertiu que o processo de identificação pode levar mais de 24 horas. A informação partiu de funcionários do centro ao jornal israelense Haaretz.
O centro em Yaffa, ao sul de Tel Aviv, receberá os corpos, que o Hamas entregará à Cruz Vermelha de Gaza, para identificá-los e tentar detalhar as circunstâncias de suas mortes.
De acordo com o jornal, “casos complexos” podem levar mais de um dia para serem identificados.
As autoridades israelenses estimam que pelo menos 28 dos 48 reféns ainda mantidos em cativeiro em Gaza estão mortos, embora nem todos possam deixar o enclave na segunda-feira.
Embora fontes do Hamas tenham assegurado à emissora catariana Al Jazeera que a contagem dos reféns vivos em Gaza e sua distribuição para libertação foram concluídas, não forneceram detalhes sobre os mortos.
O governo israelense assume a possibilidade de o Hamas não liberar todos os corpos na segunda-feira porque não foi capaz de localizá-los. De acordo com a rede americana CNN, o número de corpos desaparecidos está entre sete e nove, embora outra fonte do canal tenha situado o número entre 10 e 15.
Embora o plano de cessar-fogo sugerido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, propusesse que todos os reféns saíssem de Gaza 72 horas depois que Israel interrompesse seus ataques ao enclave, o Hamas já avisou aos mediadores durante as negociações que nem todos os corpos poderão sair de Gaza na segunda-feira.
*Com informações da Agência EFE
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