Fundador do Prerrogativas teria sido vítima de latrocínio.
Luiz Fernando Pacheco teria sido abordado por um homem e uma mulher.

A Polícia Civil de São Paulo apura a morte do advogado criminalista Luiz Fernando Sá e Souza Pacheco, fundador do Grupo Prerrogativas, como possível caso de latrocínio — roubo seguido de morte. O corpo do advogado foi encontrado na noite da última quarta-feira (1°), na Rua Doutor Cesário Mota Júnior, em Higienópolis, na Região Central da capital paulista.
Imagens de câmeras de segurança analisadas pelo 4º Distrito Policial teriam mostrado que Pacheco foi abordado por uma mulher e um homem. Segundo relatos de policiais a amigos do advogado, os dois anunciaram o assalto e tentaram levar o relógio e o celular da vítima. A suspeita é de que Pacheco tenha reagido ou feito um movimento brusco, sendo agredido em seguida.
O advogado teria caído no chão, recebido vários golpes, incluindo uma cotovelada e até uma técnica semelhante a um golpe de judô. Os criminosos fugiram levando o celular, a carteira e o relógio de Luiz Fernando.
Na noite do crime, Pacheco havia saído de um bar, onde, segundo testemunhas, consumiu doses de uísque. Depois de enviar mensagens a um grupo de colegas, ficou incomunicável, o que gerou preocupação entre amigos que passaram a madrugada tentando localizá-lo. Eles chegaram a registrar boletim de ocorrência de desaparecimento.
Por Paulo Moura
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