Caixa pagou mais de R$ 3 milhões a Eduardo Bueno.

Escritor gaúcho foi contratado para reeditar livros.

Eduardo Bueno, o Peninha Foto: Reprodução/YouTube Buenas Ideias

A Caixa Econômica Federal assinou em janeiro um contrato de R$ 3,27 milhões, sem licitação, com o escritor Eduardo Bueno, conhecido como Peninha. O acordo prevê a atualização de duas obras do autor sobre a história da instituição, em comemoração aos 165 anos do banco, que serão celebrados em 12 de janeiro de 2026.

Os livros Caixa: Uma História Brasileira (2002) e Caixa: 150 Anos de uma História Brasileira (2010) ganharão nova edição. Segundo o Diário Oficial da União de 23 de janeiro, o projeto inclui uma versão comemorativa, uma edição bilíngue digital e uma websérie documental.

 

Eduardo Bueno, no entanto, é alvo de críticas por declarações recentes. Em vídeo publicado no Instagram, ele ironizou a comoção pela morte do ativista conservador americano Charlie Kirk.

Em seguida, o escritor fez comentários sobre as filhas do influenciador.

– O Charlie Kirk. Tem duas filhas pequenas, que bom para as filhas dele, né? Que bom – completou.

Não foi a primeira vez que Peninha celebrou a morte de adversários políticos. Em 2021, ele declarou em um podcast que torcia para que políticos de direita morressem.

Com estilo irônico e provocador, já atuou em veículos como O Estado de S. Paulo e TV Cultura. Ele também mantém um canal no YouTube e foi premiado com o Jabuti e a Ordem do Mérito Cultural.

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