Justiça do Rio mantém prisão preventiva do rapper Oruam.

Os advogados do artista irão recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça.

Oruam Foto: Frame de vídeo / YouTube /Domingo Espetacular

Os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiram, nesta quinta-feira (11), manter a prisão preventiva do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam. O artista está preso há 50 dias em Bangu 8, acusado de tentativa de homicídio contra dois policiais civis durante uma operação no Joá.

A relatora do caso, desembargadora Márcia Perrini Bodart, destacou a gravidade das acusações, lembrando que o réu chegou a lançar pedras contra os agentes. Segundo ela, questões sobre dolo ou risco de morte serão analisadas apenas em primeira instância.

O voto de Bodart foi acompanhado pelos desembargadores Luiz Marcio Victor Alves Pereira e Gizelda Leitão Teixeira, presidente da Câmara. A decisão reforçou que a prisão se mantém para preservar a ordem pública.

Durante a sessão, a defesa, representada pelo advogado Nilo Batista, alegou perseguição policial contra o cantor, relacionando o caso ao fato de ele ser filho de Marcinho VP, apontado como chefe do Comando Vermelho. O advogado afirmou ainda que a abordagem policial no Joá foi feita de forma irregular.

Os advogados de Oruam informaram que vão recorrer da decisão ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). As informações são do O Globo.

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