Porta-voz das IDF rebate Guga Chacra: “Guerra de narrativas”.
Comentarista da GloboNews acusou Israel de matar 500 palestinos que buscavam comida.

O porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF) em português, Rafael Rozenszajn, refutou, em suas redes sociais, as informações passadas pelo comentarista Guga Chacra, da GloboNews, que comentou que 500 palestinos da Faixa de Gaza foram mortos por Israel enquanto buscavam alimentos.
Segundo Rozenszajn, há uma guerra de narrativas contra Israel e pró-Hamas, grupo terrorista que domina a região.
– Jornalistas que dizem isso sabem o impacto que tem uma frase assim. Mas eles omitem fatos, distorcem números, ignoram contexto. Essas mortes não foram causadas por bombardeios israelenses, e sim pelo próprio Hamas, que tenta sabotar a ajuda humanitária independente – disse ele.
– O Hamas quer o povo com fome, quer controlar a comida, quer matar seu povo e acusar Israel por isso, para pressionar Israel a acabar com a guerra, sem alcançar seus objetivos. As Forças de Defesa de Israel não atiram deliberadamente em civis. Isso é proibido e monitorado, mas a mídia prefere ignorar isso.
O porta-voz continua no vídeo dizendo que o maior problemas em falas como a de Guga Chacra é que os telespectadores acreditam na narrativa.
– Vocês sabem qual o maior problema disso? É que tem pessoas que acreditam. Escutam comentaristas passando a mensagem que o Hamas tem credibilidade e os ouvintes adotam essa narrativa.
Rozenszajn criticou ainda que a imprensa acredita nos números divulgados pelo grupo terrorista sem fazer uma investigação independente ou procurar saber se existe mesmo uma lista com nomes, idade, gênero e local da morte desses palestinos vítimas de Israel que o Hamas divulga para o mundo.
– É assim que funciona a guerra de narrativas. E é assim que o terror vence no campo da comunicação. Quando você ouvir números das autoridades de saúde de Gaza, lembre que isso significa números divulgados pelo Hamas. O mesmo grupo que usa hospitais como base militar e crianças como escudo humano. Esses números são verificados por alguém? Claro que não.
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