Morre brasileira que caiu em trilha de vulcão na Indonésia.
Família reportou que equipe de resgate encontrou a jovem sem vida.

Brasileira que caiu em um penhasco do Monte Rinjani, na Indonésia, Juliana Marins foi encontrada sem vida pela equipe de resgate, nesta terça-feira (24), após dias sem acesso a comida, água ou agasalhos. A notícia foi dada pela família por meio do perfil criado para atualizar informações sobre o caso.
– Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido – diz a nota.
A confirmação da morte de Juliana ocorre no quarto dia de buscas pela jovem, que tinha 27 anos de idade. A brasileira caiu da trilha na madrugada do último sábado (21), em uma área de difícil acesso.
Os familiares de Juliana relatam ter sido informados por funcionários do parque de que a jovem foi abandonada pelo guia mais de uma hora antes da queda. Ela teria pedido para fazer uma pausa porque estava cansada.
– A gente descobriu isso em contato com pessoas que trabalham no parque. Juliana estava nesse grupo com cinco pessoas e o guia, porém ficou muito cansada e pediu para parar um pouco. Eles seguiram em frente e o guia não ficou com ela. O guia seguiu com o grupo até o cume que eles iam alcançar, e Juliana ficou sozinha por mais de uma hora. Ela não sabia para onde ir, não sabia o que fazer. Quando o guia voltou, porque viu que ela estava demorando muito, ele viu que ela tinha caído lá embaixo – descreveu a irmã de Juliana, Mariana Marins.
O guia Ali Musthofa negou que tenha abandonado a jovem, mas confirmou que seguiu à frente dela, combinando de encontrá-la minutos mais tarde.
Pai da brasileira, Manoel Marins embarcou rumo à Indonésia, na manhã desta terça, para acompanhar a situação de perto. Na ocasião, ele pediu orações para que a filha pudesse voltar ao Brasil “sã e salva”. A confirmação da morte da jovem veio antes mesmo que Manoel conseguisse chegar à Indonésia.
Por Thamirys Andrade
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