No Piauí, casal é indiciado por mortes de 7 familiares e vizinha.
Delegado responsável pela investigação deu declarações nesta quinta-feira.
No Piauí, a Polícia Civil indiciou Maria dos Aflitos e Francisco de Assis. O casal é suspeito do envenenamento de sete pessoas da família e de uma vizinha. A informação foi confirmada pelo delegado Abimael Silva, nesta quinta-feira (6).
Segundo Silva, o casal premeditou os assassinatos por motivações egoístas e agiu com um propósito comum, ainda que com participações diferentes.
Três feminicídios: Francisca Maria da Silva (enteada dele) e das irmãs Maria Gabriela da Silva e Lauane da Silva, filhas de Francisca Maria.
Ele também foi indiciado por duas tentativas de feminicídios: Maria Jocilene da Silva, vizinha da família (no dia 1º de janeiro) e uma adolescente de 17 anos, enteada dele; uma tentativa de homicídio: Um menino de 11 anos, filho de Maria Jocilene.
Lá Maria dos Aflitos foi indiciada pelo homicídios de Manoel Leandro (filho dela), Ulisses Gabriel, João Miguel e Igno Davi, todos os três eram netos dela; além de feminicídios contra Francisca Maria (filha dela), Maria Jocilene, vizinha dela, (no dia 22 de janeiro), Maria Gabriela e Lauane, ambas netas dela;
Ela foi indiciada também por tentativas de feminicídios: Maria Jocilene (no dia 1º de janeiro) e uma adolescente de 17 anos, filha dela; além de uma tentativa de homicídio contra um menino de 11 anos, filho de Maria Jocilene.
Outros motivos do indiciamento são: denunciação caluniosa: de acordo com Abimael Silva, Maria dos Aflitos denunciou à polícia, no dia seguinte ao envenenamento de Ulisses e João Miguel, que a acusada pelo crime seria Lucélia Maria da Conceição, presa durante cinco meses e solta em 15 de janeiro. Os homicídios e a tentativa de homicídio contra as crianças são quadruplamente qualificados, ou seja, contam com as seguintes qualificadoras: motivo torpe (moralmente desprezível, repugnante e cruel);
Emprego de veneno (terbufós, substância tóxica semelhante ao chumbinho); recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa das vítimas; contra menor de 14 anos (nos casos de Igno Davi, Ulisses, João Miguel e o menino de 11 anos).
O delegado falou que, se o casal for condenado, as penas podem ter aumento e, ao todo, superar 240 anos de prisão. As informações são do G1.
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