Israel fica em alerta após Hamas suspender liberação de reféns.

Ministro da Defesa israelense instruiu os militares israelenses a estarem no mais alto nível de alerta.

Netanyahu junto a militares israelenses em 2023 Foto: EFE/ Avi Ohayon/gpo

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse, nesta segunda-feira (10), que o plano do Hamas de atrasar a próxima libertação de reféns era “uma violação completa” do acordo de cessar-fogo e que ele instruiu os militares israelenses a estarem no mais alto nível de alerta.

O gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse estar comprometido com o acordo de cessar-fogo e que vai encarar qualquer violação pelo Hamas com severidade. O Fórum de Reféns e Famílias Desaparecidas, que representa muitas das famílias de reféns israelenses, apelou aos países mediadores para que restabeleçam o acordo existente.

Já o porta-voz do Hamas, Abu Obeida, acusou Israel de continuar a obstruir disposições importantes do acordo ao não permitir que os palestinos retornassem ao norte de Gaza, realizar ataques em toda a Faixa de Gaza e não facilitar a entrada de ajuda humanitária.

Até agora, em um total de cinco trocas, 21 reféns vivos foram liberados – incluindo cinco tailandeses que não foram incluídos nessa primeira fase de trocas – em troca de cerca de 800 prisioneiros e detentos palestinos. Ao todo, 33 prisioneiros estão programados para serem liberados, incluindo oito mortos, conforme revelado pelo Hamas em janeiro.

*Com informações AE e EFE

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