Ubatuba: Piloto trabalhava há 20 anos para família dona do avião.
Paulo Seghetto atuava como piloto profissional desde 1997.
O piloto Paulo Seghetto, que morreu no acidente desta quinta-feira (9) envolvendo um avião de pequeno porte em Ubatuba, no Litoral Norte de São Paulo, prestava serviço à família Fries há mais de 20 anos. A informação foi relatada ao site Metrópoles por Crystopher Fries, irmão de Mireylle Fries, que estava entre as passageiras do jatinho que foram resgatadas com vida.
– Estamos abalados pelo piloto que não sobreviveu também. [Ele era piloto da família] há mais de 20 anos. [Vamos] seguir da melhor forma possível – disse Crystopher ao veículo.
O avião envolvido no acidente, um Cessna 525 Citation de matrícula PR-GFS, pertencia à família Fries, que atua no setor do agronegócio em Goiás. Além de Mireylle Fries, também estavam na aeronave o marido dela, Bruno Almeida Souza, e os dois filhos do casal. Os quatro foram resgatados com vida.
Entre 2010 e 2014, ele atuou como piloto na Voepass Linhas Aéreas, antiga Passaredo. Desde então, dedicava-se à aviação executiva. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil) lamentou a morte do piloto em suas redes sociais. A aeronave saiu do Aeroporto Municipal de Mineiros, em Goiás, com cinco pessoas, e tentou pousar em Ubatuba.
As condições meteorológicas, porém, eram ruins, com chuva e pista molhada, no momento em que a aeronave chegou ao litoral paulista. Após o pouso, a aeronave ultrapassou a pista, atravessou o alambrado da cabeceira 09, e em seguida explodiu.
Por: Paulo Moura
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