Parte de população campista demonstra não querer tomar conhecimento de crise mundial na saúde

VIDA QUE SEGUE NA CIDADE DE CAMPOS DOS GOYTACAZES, EM MUITOS CASOS NORMALMENTE.

Movimentação no Centro (Fotos: Genilson Pessanha)

Foto: Folha 1

Mesmo em prisão domiciliar, me imposta pelas autoridades da saúde e depois da ameaça de prisão alardeada pelo Governador Witzel (EU ORDENO) de vez em quando arrisco uma caminhada pela garagem do meu prédio, evidentemente, com o uso de máscara. Aliás, são pouquíssimas pessoas que vejo caminhando no mesmo local, embora o prédio ocupe um quarteirão. Ontem, terça feira (5), fiquei impressionado com o volume de tráfego nas ruas próximas onde resido. Era carro pra tudo que é lado, as vezes provocando pequenos congestionamentos. Como se fosse um dia normal, e como se a pandemia tivesse acabado. As pessoas, no entanto, andavam , também, em número elevado, utilizavam máscara, inclusive garis, estes, que após recomendação por parte do governo municipal, foram em grande quantidade demitidos pela VITAL, empresa responsável pela limpeza de ruas e logradouros públicos, fato que já deve estar à caminho e seus reflexos já deverão ser notados ainda esta semana, onde as pessoas poderão assistir a sujeira tomando conta da cidade. Além delas, podia-se ver entregadores pilotando motos e avançando  sinais fechados. Junto às agências bancárias, muita gente, principalmente, em virtude das datas de pagamento aos aposentados e pensionistas e pessoas em busca de seus auxílios sociais prometidos pelo governo federal, que na maioria  não respeitavam o distanciamento recomendado de dois metros uns dos outros.

Pelo que foi mostrado pela televisão, as pessoas caminhavam normalmente pelo calçadão do centro de Campos, inclusive passando por polícias que nada faziam ao às verem, algumas, sem máscara. Várias máscaras se encontravam no chão, não sendo utilizadas para prevenir o contágio ao coronavírus  Covid-19. Soube por uma amiga que teria visto uma distribuição de máscara com pessoas que estavam sem a mesma. Estas , logo depois, jogavam o preservativo do vírus no chão ou em lixeiras. Povo sem a mínima noção, mostrando que além de não se preocuparem com elas mesmas, demonstram nitidamente o desrespeito por seus semelhantes.

Por: Luiz Cândido

RANOTÍCIAS

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