Interventor pede ajuda a secretários para realizar ações sociais nas comunidades do Rio
Por RJTV
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2018/I/v/7VAEGOQ86SFABsykM19A/coletiva2.jpg)
General Braga Netto deu entrevista coletiva sobre a intervenção na segurança do RJ nesta terça (27) (Foto: Reprodução/ GloboNews)
O interventor federal na segurança do Rio, general Walter Braga Netto, passou a manhã desta quarta-feira (28), reunido com o governador Luiz Fernando Pezão e os secretários, no Palácio Guanabara, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio. E até o início da tarde, nenhuma medida prática tinha sido anunciada.
Na reunião, o general Braga Netto disse que pretende realizar ações sociais nas comunidades e pediu ajuda aos secretários para esse trabalho. No entanto, os secretários disseram que precisam de segurança para entrar nas comunidades.
Após a reunião, a nova cúpula da segurança pública do Rio foi para o Centro Integrado de Comando e Controle, na Cidade Nova, no Centro, e às 14h, tem uma reunião com integrantes da Comissão de Segurança da Assembleia Legislativa (Alerj), na sede do Comando Militar do Leste, no Centro do Rio.
Nesta terça-feira (27), durante entrevista coletiva, Braga Netto afirmou que o Rio é um laboratório para o Brasil. “As inteligências, elas sempre funcionaram. Quando você centraliza e unifica o comando, a tendência é que isso agilize o trabalho de inteligência. O que deverá ocorrer agora é uma maior agilidade. O Rio de Janeiro, ele é um laboratório para o Brasil. Se será difundido o que está sendo feito aqui para o Brasil, aí já não cabe a mim responder”, afirmou o general.
O objetivo da intervenção federal, segundo ele, é “recuperar a credibilidade” da segurança pública no estado. O militar e outros membros do gabinete de intervenção concederam uma entrevista coletiva durante cerca de meia hora, mas nem todas as perguntas foram respondidas. O general não explicou, por exemplo, quanto será investido nas operações no Rio, nem anunciou medidas concretas de combate à violência.
G1
