Empresa investigada na Lava Jato firma contrato de R$ 30 mi no RJ

Masan Serviços Especializados, acusada de pagar propina à gestão de Sérgio Cabral, prestará serviços a creches e aos Espaços de Desenvolvimento Infantil do estado

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Seis meses depois de o ex-sócio da Masan Serviços Especializados ter sido preso preventivamente, na Operação Ratatouille, desdobramento da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, a empresa voltou a firmar contrato no valor de R$ 29,2 milhões com o governo fluminense.

O pregão foi vencido no último dia 18 de dezembro e a Masan será responsável pela prestação de serviços a creches e aos Espaços de Desenvolvimento Infantil do estado.

À época da prisão de Marco Antônio de Luca, dia 1º de junho, os procuradores do Ministério Público Federal (MPF) Eduardo El Hage e Fabiana Schneider explicaram que a suspeita era de que as empresas dele aumentaram sua participação nos contratos estaduais mediante pagamento de propina.

Afirmaram, ainda, que havia suspeita de que os pagamentos tinham sido feitos pelo empresário a operadores financeiros de Sérgio Cabral, mesmo depois de o ex-governador ter renunciado, em 2013.

“Conseguimos comprovar que R$ 12,5 milhões de propina foram pagos pelo Marco Antônio de Luca a um dos operadores financeiros”, afirmou El Hage.

Na semana passada, no mesmo dia do pregão, Luca foi solto por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

A Secretaria Municipal de Educação se pronunciou sobre o assunto, segundo o portal G1, e alegou que a empresa “não se encontra suspeita de participar” de qualquer processo licitatório.

A Masan também declara que “não está impedida de participar” de concorrências públicas e que o investigado é Marco Antônio de Luca, ex-sócio, e não a própria companhia.

fonte:noticiasaominuto

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