Sérgio Cabral é condenado a mais 15 anos de prisão; 4 penas somam 87 anos
Adriana Ancelmo também foi condenada, no dia em que foi para prisão domiciliar; sentença inclui outros 8 réus. Bretas aceitou nova denúncia do MPF contra ex-governador, a 17ª na Lava Jato.
Por Marcelo Gomes, GloboNews
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O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (Foto: FÁBIO MOTTA/ESTADÃO CONTEÚDO)
Um dia antes da condenação, o juiz Marcelo Bretas aceitou nova denúncia contra Cabral, que passa a ser réu em 17 processos (veja os outros 16). Desta vez, a denúncia envolve o pagamento de R$ 18.117.824,36 em propinas em contratos com a Fundação Departamento de Estradas e Rodagem do Rio (Funderj). Os repasses teriam sido feitos entre janeiro de 2007 e setembro de 2014.
Foram denunciados:
- Sérgio Cabral: corrupção passiva
- Wilson Carlos: corrupção passiva
- Henrique Alberto Santos Ribeiro: corrupção passiva, quadrilha e pertinência a organização criminosa
- Lineu Castilho Martins: corrupção passiva, quadrilha e pertinência a organização criminosa
- Luiz Carlos Bezerra: corrupção passiva
De acordo com o MPF, Henrique, presidente da Funderj à época, utilizava-se do cargo para gerenciar as propinas pagas pelas empresas contratadas. Dessa forma, segundo a denúncia, Lineu, assessor e pessoa de confiança de Henrique, recolhia o dinheiro, retirava um percentual para ambos, e repassava para os operadores financeiros Carlos Miranda e Luiz Carlos Bezerra que, por sua vez, repassavam o montante a Cabral.
O MPF apontou, ainda que Henrique negociava com as empresas, apresentando-se como pessoa de confiança de Wilson Carlos, integrante da organização criminosa e diretamente ligado ao ao então governador.
Adriana Ancelmo deixou o pranizídeo está semana por conta do TSE leia-se (Gilmar Mendes)

Réu pela 17ª vez
Um dia antes da condenação, o juiz Marcelo Bretas aceitou nova denúncia contra Cabral, que passa a ser réu em 17 processos (veja os outros 16). Desta vez, a denúncia envolve o pagamento de R$ 18.117.824,36 em propinas em contratos com a Fundação Departamento de Estradas e Rodagem do Rio (Funderj). Os repasses teriam sido feitos entre janeiro de 2007 e setembro de 2014.
Foram denunciados:
- Sérgio Cabral: corrupção passiva
- Wilson Carlos: corrupção passiva
- Henrique Alberto Santos Ribeiro: corrupção passiva, quadrilha e pertinência a organização criminosa
- Lineu Castilho Martins: corrupção passiva, quadrilha e pertinência a organização criminosa
- Luiz Carlos Bezerra: corrupção passiva
De acordo com o MPF, Henrique, presidente da Funderj à época, utilizava-se do cargo para gerenciar as propinas pagas pelas empresas contratadas. Dessa forma, segundo a denúncia, Lineu, assessor e pessoa de confiança de Henrique, recolhia o dinheiro, retirava um percentual para ambos, e repassava para os operadores financeiros Carlos Miranda e Luiz Carlos Bezerra que, por sua vez, repassavam o montante a Cabral.
O MPF apontou, ainda que Henrique negociava com as empresas, apresentando-se como pessoa de confiança de Wilson Carlos, integrante da organização criminosa e diretamente ligado ao ao então governador.
Informações de defesa: G1
