O Inea intensificou as atividades do Sistema de Alerta de Cheias tendo em vista o período de chuvas que se inicia no Rio de Janeiro. O sistema, além de monitorar 113 estações hidrometeorológicas e dois radares meteorológicos próprios e de última geração, agora conta com mais 25 estações conveniadas em todo o estado.
O Sistema de Alerta de Cheias emite avisos às Defesas Civis Municipais quanto à iminência de chuvas intensas e o comportamento do nível dos rios monitorados, auxiliando na antecipação da mobilização de recursos e ações preventivas locais.
Agora vamos comparar esse vídeo. O Primeiro, foi feito pelo cinegrafista amador, (João Batista Rocha) em setembro de 2014 no município vizinho de São João da Barra.
Há dez anos atrás, a principal ponte da cidade não suportou o volume de peso, somado a falta de manutenção e ao volume de água do Rio Paraíba e cedeu, tendo que vir a ser implodida posteriormente:
Aqui você assiste o momento da implosão da principal ponte da cidade e que liga as regiões sul e norte do Brasil:
Mais tarde, ela foi reconstruida pelo Governo Federal.
Já ontem na parte da tarde, o velho Paraíba, continuava a beber água, arrastando inclusive, muito mato das margens por onde passava:
A equipe do Alerta de Cheias trabalha 24 horas por dia, sete dias por semana, acompanhando a situação nas estações hidrometeorológicas e nos dois radares meteorológicos instalados em Guaratiba e no município de Macaé. Os equipamentos alcançam todo o estado e áreas da divisa com Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo.
O sistema usa informações de radares da Prefeitura do Rio e do centro de controle do Cindcata no Pico do Couto, que fica entre Petrópolis e Miguel Pereira. O monitoramento levanta imagens de satélite do sistema de detecção de descargas atmosféricas, estações hidrometeorológicas e pluviômetros da Agência Nacional das Águas e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais.