“A Amazônia está seriamente ameaçada por políticos corruptos, mineradores, pecuaristas, e estão conseguindo diminuir as áreas indígenas e os parques por cobiça. O governo Temer quer salvar o pescoço. Sou guardião da Amazônia. Levantem as mãos aí que nossa resistência será forte, firme, por um Brasil melhor, pelas áreas indígenas, pelas demarcações de área, é isso aí”, afirmou o vocalista da banda.
Também no sábado, durante o primeiro show no Palco Mundo, antes do Skank tocar a música ‘Indignação’, Samuel Rosa fez um discurso contra a corrupção, que também foi seguido por um coro de “Fora Temer” do público.
“Nosso dinheiro está correndo pelo ralo. Acredito nos brasileiros, não nos políticos. Quero dizer que a gente não se parece com vocês, políticos. Vocês são piores que ladrões. Vocês matam gente”.
Em alguns momentos durante a tarde e a noite de sexta-feira (15), o público também fez protesto e berrou “Fora Temer”. Um deles, foi durante o pocket show da cantora drag queen Pabllo Vittar em um dos stands do festival, que reuniu um público maior do que a maioria das atrações do Palco Sunset.
s 15h. Em menos de uma hora, clássicos de álbuns fundamentais da discografia na música brasileira, como “Muito à vontade” e “A Bad Donato” puderam ser acompanhados pelo público – que compareceu em número bem maior que no anterior. O show da Banda Blitz foi o segundo do palco na tarde deste sábado (16).
No Palco Mundo a primeira atração a se apresentar nesta segunda noite é o Skank, que deve subir ao palco às 19h. Em seguida, o caçula Shawn Mendes, programado para as 21h, a cantora Fergie, que vai e apresentar às 22h35 e Maroon 5, que encerra a noite às 0h25.
No primeiro dia, o Palco Mundo começou com o axé de Ivete Sangalo, depois teve o synthpop do Pet Shop Boys, o pop punk do 5 Seconds of Summer e, para terminar, o pop rock do Maroon 5, que substituiu Lady Gaga.
No Palco Sunset, segundo espaço mais importante do festival, tivemos outra prova de que o público do Rock in Rio realmente não está nem aí para divisões. O último show da noite ali, com plateia bastante animada, foi “Salve o samba”, homenagem aos 100 anos do gênero.
Antes de sambistas como Martinho da Vila, Jorge Aragão e Alcione, o local teve a eletrônica de SGLewis, a psicodelia de Céu com Boogarins e o funk de Fernanda Abreu (com participação de Dream Team do Passinho).
Em uma Cidade do Rock maior do que em edições anteriores, o Rock in Rio 2017 viu o público se espalhar bastante. Isso fez com que stands patrocinados por marcas, espaços geralmente sem tanto prestígio, acabassem tendo shows digno de nota.
G1