Foto histórica de três Thiagos na oposição, observados por uma Linda e aparentemente alegre e satisfeita colega vereadora na primeira sessão parlamentar desse segundo semestre em Campos RJ

Foto histórica de Antônio Leudo

A foto acima nos faz lembrar de uma certa sala de aula, talvez, em algum programa de TV. Mas ela se deu no dia de ontem na primeira sessão dos vereadores, os representantes do (povo) na casa chamada de (casa do povo). A sessão parlamentar, a primeira após as férias merecidas de suas ilustres excelências, teve seu início com um atraso de 1h:40 e começou morna, deixando o calor do “enfrentamento” entre situação e oposição, para o final parlamentarista da sessão.

Quando o fim se aproximou, o nível, digamos, com ele veio junto: as polêmicas a tona começaram a surgir. Entre elas a “venda do futuro” e do possível aumento da carga horária dos servidores municipais, o que pode afetar principalmente, os da área da Saúde. Outro momento “acalorado” polêmico, se deu novamente no enfrentamento entre os vereadores Thiago Virgílio (PTC) e Genásio (PSC). Quem presenciou o primeiro semestre na casa, pode constatar o enfrentamento entre as partes, não só ali, como também pelas redes sociais.
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Um momento de unanimidade, foi quando o presidente da casa, vereador Marcão (REDE) propôs uma moção de aplauso ao procurador da Câmara Robson Maciel, por conta da vitória envolvendo a ação que possibilitou, ao menos momentaneamente, o pagamento dos 10% a Caixa Econômica, como havia sido divulgado pelo governo passado para toda a população. Nessa hora ela foi aprovada por unanimidade.
Resultado de imagem para fotos do vereador Ábdu Neme na tribuna

Da bancada governista, onde onde se mantem desde a  gestão passada, o vereador Abdu Neme (PR) fez uso da tribuna para esclarecer o seu voto, na época, favorável à “venda do futuro” e falou que se sentia com a consciência tranquila pois a situação financeira em que se encontrava o município naquele momento, era tão difícil como o atual. Não precisou ir além. Foi a deixa para que os vereadores hoje de oposição e que já estavam na Câmara à época da polêmica aprovação fazerem “mea culpa”. Miguelito (PSL) afirmou que os vereadores que votaram a favor estavam conscientes dos 10% e que a Caixa errou. O mesmo falou Thiago Virgílio (PTC). Já Thiago Ferrugem (PR) destacou o fato de Robson não ter se preocupado em fazer críticas, trabalhando e buscando soluções.

Por: Suzy Monteiro
Folha1

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