Nem só de Odebrecht foi feito o “Morar feliz”
Além da Odebrecht, outras empresas que já assinaram acordo de delação com o Ministério Público Federal (MPF) de Curitiba, dentro da operação Lava Jato, também são alvo do Inquérito Civil Público (ICP), que investiga contratos do Morar Feliz, programa habitacional carro-chefe da gestão de Rosinha Garotinho na Prefeitura de Campos. Representantes da Construtora Queiroz Galvão S/A e da Carioca Engenharia estiveram no Ministério Público Estadual (MP), dias depois dos executivos da Odebrecht, Benedicto Barbosa Júnior e Leandro Azevedo. E se comprometeram a cooperar com as investigações. A Promotoria quer que as empresas paguem R$ 200 mil em nível de compensação de eventuais danos.

Em 26 de junho, estiveram no MP de Campos os executivos Benedicto Barbosa Júnior e Leandro Azevedo, protagonistas da chamada “delação do fim do mundo” – maior acordo de colaboração de uma empresa com a Justiça até o da JBS, ocorrido em maio último.
Os dois confirmaram na 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva, o que consta em depoimentos já prestados ao MPF: pagamento, parte através de caixa 2, para a campanha de Rosinha Garotinho em 2008 e 2010, e para Anthony Garotinho em 2014. No total, teriam sido repassados R$ 20 milhões.
Mais informações: Folha1
